Já foi inaugurado o Oeiras Green Valley – Academia Municipal de Golfe, um novo equipamento municipal que pretende democratizar o acesso à modalidade, assente no conceito “Golfe para Todos”. O espaço, de caráter inclusivo, foi concebido para servir escolas, universidades, clubes e toda a comunidade, promovendo a prática desportiva e a formação de novos praticantes.
O projeto de requalificação teve início em maio de 2025, quando a Federação Portuguesa de Golfe lançou à Mota-Engil ATIV o desafio de recuperar o Campo de Golfe de Oeiras. A empresa aceitou a missão, iniciando uma intervenção profunda num terreno que apresentava sinais evidentes de degradação.
Numa primeira fase, a Mota-Engil ATIV procedeu à desmatação integral do campo, que, em algumas zonas, estava totalmente tomado por vegetação com mais de metro e meio de altura. Seguiu-se uma fase de inspeção técnica detalhada às várias infraestruturas, permitindo identificar o estado dos sistemas existentes e definir prioridades de intervenção.


Com base nesse diagnóstico, e em articulação com a Federação Portuguesa de Golfe, foi estruturado um plano global de requalificação, que deu origem ao arranque dos trabalhos de requalificação do campo de golfe em novembro de 2025.
A intervenção incluiu a requalificação do sistema de rega, trabalhos de drenagem e a recuperação agronómica das áreas de jogo, fundamentais para garantir a qualidade e sustentabilidade do campo. Na fase final, a Mota-Engil ATIV assegurou ainda a preparação e o setup do espaço para a sua abertura oficial.


O resultado traduz-se num campo de golfe de elevada qualidade, preparado para desempenhar uma dupla função: equipamento desportivo e espaço formativo, contribuindo para o desenvolvimento de uma nova geração de golfistas.
Durante a inauguração, o Presidente da Federação Portuguesa de Golfe fez questão de agradecer e enaltecer o trabalho da Mota-Engil ATIV, destacando a sua capacidade técnica, experiência e compromisso ao longo de todo o processo.
Para a Mota-Engil ATIV, este projeto reafirma a sua capacidade de transformar ativos degradados em espaços de valor, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e para a dinamização das comunidades locais.