Fábio Ramos está na Mota-Engil ATIV há 14 anos e conta-nos que este percurso tem sido marcado por um crescimento contínuo, desafios exigentes e um forte sentimento de pertença. Estava a trabalhar por outra empresa no edifício de Linda‑a‑Velha, numa fase difícil do mercado de trabalho, em 2012, quando conheceu Júlio Figueiredo, que o convidou a integrar a Mota-Engil ATIV como técnico.

Depressa passou a chefe de equipa no projeto da Parque Escolar, onde esteve cerca de três anos. Como o contrato era estável e bem organizado, conseguia apoiar outros clientes e participar em novos desafios, incluindo a primeira requalificação dos escritórios e armazém da Tertir. Tudo isto aconteceu enquanto concluía a licenciatura em Engenharia Eletrotécnica no ISEL.
Fábio conta que já demonstrava alguma facilidade em liderar pessoas e lidar com Clientes. Por isso, em 2015, a empresa deu‑lhe a oportunidade de assumir a gestão do contrato da Parque Escolar, que já conhecia profundamente.
Ao longo dos anos, tem passado por vários desafios, mas destaca dois marcantes: o MEO Arena, pela exigência técnica, e o acompanhamento do projeto da Eurovisão na Parque Expo, onde trabalhou intensamente durante quase quatro meses. Considera que estes desafios o marcaram tanto profissional como pessoalmente.
Mais tarde, saiu da Parque Escolar para abraçar projetos de reabilitação, executando obras em várias áreas — eletromecânica, civil e outras e em 2020, recebeu o convite para assumir a coordenação de contratos.
Fábio sublinha que sempre sentiu da parte da empresa um grande empenho quer na sua evolução quer na de muitos colegas: “o ambiente humano, as relações de amizade e a entreajuda fazem com que o trabalho seja vivido com dedicação e não como um esforço”. Acrescentou que nunca esteve sozinho e que procura dar o exemplo, mostrando que com esforço e dedicação as oportunidades surgem.
Quando pensa no conselho que deixaria a um jovem profissional, resume‑o a duas palavras: humildade e trabalho.
Hoje, diz sentir‑se muito feliz com a função que desempenha. Valoriza a liberdade que tem para formar pessoas — técnicos, gestores de contrato ou colaboradores com potencial para evoluir. Destacou que sempre investiu muito no desenvolvimento das equipas.
Se tivesse de resumir a sua experiência na Mota-Engil ATIV, escolheria palavras como estabilidade, evolução e profissionalismo, mas admite que o que mais o sensibiliza é o sentimento de pertença, “é como fazer parte de uma família”.